À convite do Projeto Arrastão e PDE, Escola de Notícias facilita vivência com 120 jovens resgatando sua história e perguntando: como enxergamos o que vemos todo dia?

O convite partiu de Ana Paula Gaspar, da Plataforma de Desenvolvimento de Empreendedores – PDE, iniciativa da Fundação Telefônica Vivo em parceria com o Projeto Arrastão, que está trabalhando a formação de 120 jovens para que encontrem oportunidades de negócios e estruturem empreendimentos a partir dos problemas das comunidades onde vivem. O Escola de Notícias então propôs uma vivência para apresentar como chegamos onde chegamos, quando prestamos atenção aos detalhes do caminho.

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Ambos ex-alunos do Projeto Arrastão, Tony e Karol espalharam pela organização marcadores que indicavam memórias importantes da época em que estudavam lá. Junto com o grupo, eles andaram contando essas histórias aos jovens, e mostrando o quanto tudo aquilo havia sido importante para compor a personalidade deles. O quanto tudo que aprenderam lá fizeram que são hoje. Em seguida, foram até a Praça do Campo Limpo e falaram sobre as qualidades que um empreendedor deve ter. Aqui, duas reflexões: somos um pouco de todos que cruzam nosso caminho; só ligamos pontos olhando para trás em nosso caminho.

Os jovens ganharam um desafio: encontrarem placas com sete qualidades empreendedoras escondidas em pontos diversos da praça. A busca não tinha pista, mas para encontrá-las era preciso olhar a praça com atenção. Encontradas, roda de conversa sobre elas. O que mesmo é um empreendedor?

Depois, outro convite: de olhos fechados, andar pela praça, senti-la de um jeito que nunca sentiram. E uma provocação: eu estou ouvindo, eu estou vendo realmente minha comunidade quando crio um projeto para ela? Depois, conversas e mais conversas. Em seguida, Espaço CITA, e suas tantas iniciativas e paredes coloridas. A nossa casa também. Um pouco da história do Escola de Notícias, a motivação para ela nascer no mundo, e nosso propósito. Como se trabalha Comunicação com foco no Comunicador, e não apenas na técnica a se aprender? Conversas e mais conversas.

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A vivência terminou nas paredes do CITA, com um desafio: em quais partes do nosso corpo estão as qualidades empreendedoras, mesmo? E um pedido: deixar marcado nela o que eu senti quando soube quem era, o nome de quem me conduziu nas últimas duas horas apenas no final da atividade? Somos apenas o nosso nome e tudo que dizemos de nós, ou um pouco de todos que conhecemos até o dia de hoje?

Nós, Escola de Notícias, agradecemos ao PDE, Projeto Arrastão, e em especial à Ana Paula Gaspar, pelo convite e cuidado com a gente.
É impressionante o que fazemos quando estamos conectados.
😉