Turma inicia as oficinas técnicas de Jornalismo e Escrita Criativa, Criação Gráfica e Fotografia e Vídeo

No sábado, 14/03, 30 jovens poderiam estar aproveitando a manhã para dormir até mais tarde ou ir passear com os amigos. No entanto, 20 minutos antes das 9h, o horário combinado, eles estavam aguardando o início da primeira oficina educativa em produção comunicativa da escola de comunicação comunitária.

Espalhadas pelas salas do Espaço Cultural CITA, as turmas de Jornalismo e Escrita Criativa, Criação Gráfica e Fotografia e Vídeo puderam ser reconhecidas pelas educadoras Ana Vastag, Mariana Watanabe e Camila Vaz. Na semana anterior, 7/03, todos se conheceram, mas as facilitadores técnicas não sabiam ainda quem eram de suas linguagens.

“A ideia deste primeiro encontro era de conhecer, entender as motivações pessoais para estar ali, trocar entre eles e comigo histórias pessoais”, explica Camila Vaz, educadora de Fotografia e Vídeo. “Primeiro dia sempre dita muitas coisas para o restante da caminhada”, conclui.

Ana Vastag, que facilita a oficina de Jornalismo e Escrita Criativa gostou muito de como a turma chegou. “Todos foram muito participativos. A ideia foi justamente a gente começar pela necessidade de se contar histórias”, afirma.

Os meninos e meninas de Criação Gráfica não fugiram do roteiro e também se demonstraram à vontade para contar algumas de suas experiências. “Isso foi bem interessante. Tentamos trabalhar o conceito filosófico de criação trazendo a reflexão sobre porque precisamos humanizar as técnicas e torna-las mais próximas da gente, a partir do que a gente é”, conta Mariana.

Na quarta-feira, 11/03, as três turmas juntas já haviam começado a refletir sobre o que constrói quem as pessoas são diariamente durante o primeiro encontro da Oficina Transversal, com a facilitação de Tony Marlon.

Alguns jovens não haviam participado do encontro de acolhida no sábado anterior, 7/03, por isso, tiveram que participar de uma brincadeira: de olhos vendados procuraram seus presentes, com a ajuda dos colegas, que estavam espalhados no Espaço CITA. “Foi um primeiro contato muito legal, participar de uma atividade em que você venda os olhos e precisa ter segurança no outro”, afirma Camila.

Agora, todas as tardes de quartas-feiras e todos os sábados de manhã, até o fim do ano, serão assim: uma troca contínua de histórias, de experiências e aprendizados. A jornada apenas começou.