Para fortalecer a educomunicação entre as crianças, Escola de Notícias ofereceu vivência a educadores de organizações de toda a cidade; projeto é da Ação Comunitária.

No sábado, 27, mais de 40 educadores vindos de todos os cantos de São Paulo se reuniram no auditório da Ação Comunitária, no Campo Limpo, zona sul, para uma manhã inteira de estudos, práticas e vivências sobre o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC’s – nos processos de aprendizagem e transformação da realidade local. E a Escola de Notícias, mais uma vez, foi convidada a cuidar desse dia inspirador.

Os participantes da formação integram o Programa Crê-Ser, que oferece a mais de 2 mil crianças de 6 a 15 anos de idade formação nos aspectos físico, intelectual, emocional, social e simbólico, segundo a página da própria Ação Comunitária. Há algum tempo, a Ação vem estimulando por meio de seus programas e projetos o uso da Educomunicação como estratégia de fortalecimento das atividades educativas entre as crianças e adolescentes das organizações apadrinhadas. Na prática, isso quer dizer que as parceiras da Ação Comunitária desenvolvem ao longo do ano, nem que seja de forma pontual, alguma atividade em que o uso das TIC’s é evidenciado. E o nosso trabalho, sábado, foi justamente alinhar conceito e prática entre os responsáveis por cuidar de toda essa criançada: os educadores.

Durante toda a manhã, Tony Marlon, responsável pela facilitação do dia, provocou o grupo a desconstruir e construir um entendimento sobre o termo educomunicação. Por ser uma prática que nasce no cotidiano, que dialoga diretamente com a realidade local, Tony puxou em diversos momentos que, mais importante que entender como a academia apresenta a educom, é como as comunidades a entendem e a materializam no cotidiano.

Para isso, diversas dinâmicas foram apresentadas, cases foram mostrados e muita conversa estimulada entre os educadores. Ao fim do dia, até para materializar o que foi discutido, Tony desafiou o grupo a produzir um programa de rádio usando apenas os celulares que possuíam. E o programa nasceu em menos de uma hora, com tudo que um programa de rádio tem direito. E o mais divertido: sem usar nenhum equipamento como mesa de som, amplificador, computador para edição, etc.

Nós, Escola de Notícias, agradecemos imensamente a disponibilidade, carinho e cuidado de todas as pessoas que nos receberam no sábado. Também a Ação Comunitária por confiar em nosso trabalho desde que éramos muito mais um sonho, que uma organização.
A comercialização de produtos e serviços em Comunicação, Mobilização Social e Formação de Público, como é esse o caso, fazem parte do modelo de negócios da Escola de Notícias que busca a sustentabilidade de suas atividades, já que todo o recurso mobilizado em trabalhos prestados como esse são reinvestidos integralmente na própria iniciativa.